Please use this identifier to cite or link to this item: https://siaiap39.univali.br/repositorio/handle/repositorio/1967
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorSedrez, Mario Cesar-
dc.creator.IDCPF:48001120953por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0163565755386017por
dc.contributor.advisor1Branco, Joaquim Olinto-
dc.contributor.advisor1IDCPF:42208807987por
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4782048D3&dataRevisao=nullpor
dc.contributor.referee1Silva, Mauricio Hostim-
dc.contributor.referee1IDCPF:64934110925por
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7529427825546114por
dc.contributor.referee2Polette, Marcus-
dc.contributor.referee2IDCPF:01079423800por
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4794179Y9&dataRevisao=nullpor
dc.contributor.referee3Schwingel, Paulo Ricardo-
dc.contributor.referee3IDCPF:32744200000por
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/5772922139047587por
dc.date.accessioned2015-08-26T18:46:05Z-
dc.date.available2012-02-29-
dc.date.issued2012-02-17-
dc.identifier.citationSEDREZ, Mario Cesar. ANÁLISE DA ICTIOFAUNA ACOMPANHANTE E CARACTERIZAÇÃO SOCIOECONÔMICA DA PESCA ARTESANAL DO CAMARÃO SETE-BARBAS EM PORTO BELO, SC. 2012. 71 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia e Gestão Ambiental. Ecossistemas Aquáticos) - Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí, 2012.por
dc.identifier.urihttps://siaiap39.univali.br/repositorio/handle/repositorio/1967-
dc.description.resumoA pesca artesanal dirigida ao camarão sete-barbas é realizada no litoral catarinense desde 1960, sempre pelo método de arrasto motorizado com portas, onde gera emprego, renda e mantém viva a tradição cultural açoriana. Com o objetivo de analisar a ictiofauna acompanhante e caracterizar socioeconomicamente a pesca artesanal do camarão sete-barbas (Xiphopenaeus kroyeri) no município de Porto Belo/SC foram efetuados sazonalmente, dois arrastos por isóbata (10-20-30m) entre novembro/2009 e agosto/2010, duração de 20 min/cada, velocidade média dois nós, registrados temperaturas e salinidades da água (superfície/fundo) e, coletados sedimentos. Foram aplicados 31 questionários aos pescadores nos locais de trabalho, lazer, associações e residências entre julho 2010/2011. Os parâmetros abióticos oscilaram nas estações do ano/isóbatas. As capturas somaram 10868 peixes (208,34 kg), distribuídos em 31 famílias e 62 espécies, dessas 33 apresentaram ocorrência ocasional, com uma proporção peixe/camarão sete-barbas de 5,19/1kg. A família com maior contribuição foi Sciaenidae (86,13%), seguida de Batrachoididae (2,70%), Trichiuridae (2,44%), Pristigasteridae (1,91%), Cynoglossidae (1,09%) e Carangidae (0,98%). Os índices de riqueza, diversidade e equitabilidade apresentaram padrões semelhantes de flutuações, com os maiores valores na primavera em 30m e menores no inverno nos 20. A análise de Cluster formou quatro agrupamentos, sendo um deles, pequeno e dominante de Sciaenidae Stellifer brasiliensis, S. rastrifer, Paralonchurus brasiliensis, Isopisthus parvipinnis e Larimus breviceps. Todos os pescadores entrevistados são catarinenses, nativos de Porto Belo (87,1%), idade entre 28-63 anos, casados (80,6%), com 1º grau incompleto (61,3%), cerca de 65% com mais de 30 anos na atividade, com casa própria munida de rede elétrica e água tratada, geralmente, associados a Colônia de pesca. Utilizam como equipamentos, embarcações próprias (93,5%), comprimento 7-11,5m, com casaria (83,9%), motor Yanmar 18HP (61,3%), redes de 5-7 braças (90,3%), com malhas de 3-4mm (58,1%) e, manutenção dos barcos uma a duas vezes/ano. Pescam em um amplo território, entre São Francisco do Sul (norte) e Florianópolis (sul). Normalmente, a jornada de trabalho varia de 10-14h/dia, 4-6 dias/semana (80,6%), entre 6-8 meses/ano, em profundidades de 2-33m, não possuem ajudantes e todos conhecem a época de defeso. A captura mínima de camarões está entre 0,5-10 kg/dia e a máxima 230-1200 kg/dia, sendo conservados em gelo e vendidos após desembarque para atravessadores e peixarias à R$ 2,80-5,00/kg, obtendo uma renda bruta mensal entre 1-2 salários mínimos (67,7%). Os peixes aproveitados são Paralonchurus brasiliensis, Stellifer rastrifer e Micropogonia furnieri, maioria vendidos entre R$ 0,50-1,00/kg e ou doados a vizinhos. Os exemplares jovens dessas espécies e de outras, com pouco ou sem valor comercial, camarões miúdos e demais macroinvertebrados acompanhantes capturados são descartados ao mar, geralmente mortos. Além do impacto nas cadeias tróficas, essa prática contínua, pode agravar ainda mais a situação do pescador artesanal com o declínio desses recursos nas capturas futuras. Portanto, há necessidade de elaboração e aplicação de programas que permitam o manejo sustentável da pesca de arrasto artesanal, nessa importante comunidade pesqueira de SCpor
dc.description.abstractThe activity of non-industrial fishing for the sea-bob shrimp has been practiced on the Santa Catarina coast since 1960, always using the method of motorized dragnet with rings, where it generates jobs and income, and helps keep the traditional Azorean cultural tradition alive. With the aim of analyzing the accompanying fish and characterizing non-industrial fishing of the sea-bob shrimp (Xiphopenaeus kroyeri) in the town of Porto Belo/SC, from a socioeconomic perspective, two drags by isobaths (10-20-30m) were carried out seasonally, between November 2009 and August 2010, for 20 min each, at an average speed of knots, recording the water temperatures and salinities (surface/bottom) and collecting sediments. 31 surveys were applied to fishermen in the workplace, leisure places, associations and homes between July 2010/2011. The abiotic parameters varied according to the seasons of the year/isobaths. The captures totalled 10868 fish (208,34 kg), distributed among 31 families and 62 species. Of these, 33 showed occasional occurrence, with a fish/shrimp ratio of 5.9/1kg. The largest family was Sciaenidae (86.13%), followed by Batrachoididae (2.70%), Trichiuridae (2.44%), Pristigasteridae (1.91%), Cynoglossidae (1.09%) and Carangidae (0.98%). The indices for wealth, diversity and equitability presented similar variations, with the highest values in spring at 30m and the lowest in winter at 20m. Cluster analysis led to the creation of four groups; one of them, small and dominated by Sciaenidae Stellifer brasiliensis, S. rastrifer, Paralonchurus brasiliensis, Isopisthus parvipinnis and Larimus breviceps. All the fishermen interviewed were from State of Santa Catarina, most native to Porto Belo itself (87.1%), aged between 28 and 63 years, married (80.6%), with incomplete elementary education (61.3%); around 65% had been working in the activity for more than 30 years, and had their own homes, with electricity and running water, and most were part of the Colônia de pesca (fishing colony). As equipment, they use, own boats (93.5%), length 7-11,5m, with cabin (83.9%), Yanmar 18HP motor (61.3%), nets of 5-7 braças (arm s lengths) (90.3%), with mesh size of 3-4mm (58.1%) and maintenance of the boats once or twice a year. They fish over a wide territory, from São Francisco do Sul (North) to Florianópolis (South). The normal working day is between 10-14 hours/day, 4-6 days/week (80.6%), from 6-8 months/year, at depths of 2-33m, they do not have assistants, and all are aware of the period when the activity is prohibited. The minimum capture of shrimp is between 0.5-10 kg/day and the maximum is 230-1200 kg/day. The shrimp are packed in ice and sold after offloading, to middlemen and fish traders, for R$ 2.80-5.00/kg, giving the fisherman a gross monthly income of 1-2 minimum salaries (67.7%). The fish used are Paralonchurus brasiliensis, Stellifer rastrifer and Micropogonia furnieri, most of which are sold for between R$ 0.50-1.00/kg or given to neighbors. The young of this and other species, which are of little or no commercial value, along with tiny shrimps and other macroinvertebrates that enter the dragnets, are thrown back into the sea, usually dead. Besides the negative impact on the food chain, this continued practice could exacerbate the situation of non-industrial fishermen even more, with the decline of these resources for future captures. Therefore, it is necessary to elaborate the application of programs that will enable sustainable management of non-industrial dragnet fishing, in this important fishing community of Santa Catarinaeng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior-
dc.formatapplication/pdfpor
dc.thumbnail.urlhttps://siaiap30.univali.br/tede/retrieve/4077/Mario%20Cesar%20Sedrez.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade do Vale do Itajaípor
dc.publisher.departmentTecnologia e Gestão Ambiental. Ecossistemas Aquáticospor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUNIVALIpor
dc.publisher.programMestrado em Ciência e Tecnologia Ambientalpor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectPescadores artesanaispor
dc.subjectPeixes demersaispor
dc.subjectFauna acompanhantepor
dc.subjectTraditional fishingeng
dc.subjectDemersal fisheng
dc.subjectBycatheng
dc.subjectSocioeconomic aspectseng
dc.subjectSeabob shrimpeng
dc.subjectIctiofaunapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ECOLOGIA::ECOLOGIA DE ECOSSISTEMASpor
dc.titleANÁLISE DA ICTIOFAUNA ACOMPANHANTE E CARACTERIZAÇÃO SOCIOECONÔMICA DA PESCA ARTESANAL DO CAMARÃO SETE-BARBAS EM PORTO BELO, SCpor
dc.typeDissertaçãopor
Appears in Collections:Importação Nova 20150826 Coleção

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Mario Cesar Sedrez.pdf656,82 kBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.